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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
III Encontro Paranaense de Saúde da População Negra e Prevenção de DST/HIV/AIDS
8/01/2011 10:02:00 PM
Y.Valentim
Para ter um sorriso maduro
8/01/2011 09:33:00 PM
Y.Valentim
Uma parcela expressiva dos brasileiros entrará no time dos grisalhos em alguns anos. Dessa forma, é importante garantir o bem-estar de seus dentes. Isso é capaz de evitar desde problemas gástricos até má oclusão. Infelizmente, a turma da terceira idade não é alvo de campanhas de
conscientização nesse sentido.
Hoje, 75% dos brasileiros chegam aos 60 anos sem nenhum dente.Certamente, as doenças bucais e as extrações seriam consideravelmente menores se os idosos também fossem educados a ir ao dentista. São vários o motivos que prejudicam um sorriso maduro.
Quem hoje tem 60 anos ou mais, viveu em uma época em que a Odontologia era muito radical. As restaurações eram feitas removendo não só a cárie como também partes saudávies dos dentes e a extração do dente era a alternativa mais comum e mais barata encontrada naquela época. Ao longo do tempo, essas pessoas foram introduzindo a idéia de que o dente natural não tinha importância. Percebiam que era a solução de um problema. Sendo assim, a grande maioria dos idosos brasileiros não cuidam dos dentes, não vão ao dentista e quando aparecem a doença, geralmente, já está instalada.
Algumas medidas podem ser realizadas para minimizar os problemas bucais na maioridade:
Reposição Dentária: Os dentes perdidos devem ser substituídos por próteses móveis e fixas.
As próteses móveis devem ser limpas após cada refeição com água e sabão ou com pastilhas efervescentes ( bactericidas e fungicidas).
Pasta de dente: É fundamental ter flúor na composição da pasta dental. Evite os excessos de pasta e dê preferência as que têm consistência de gel, pois permanecem mais tempo na superfície dos dentes.
Fio dental: O uso diário de fio dental remove os resíduos de alimentos entre os dentes e torna o hálito agradável. O fio não deve ser passado com força contra a gengiva.
Bochechos: É preciso muita cautela quando se recorre a eles. Procure enxaguatórios que apresentem menor ou nenhuma concentração de álcool. Essa medida previni agressões a mucosa bucal.
Artigo retirado do http://www.sm-odontologia.com.br/m5_p2.php
Mello Odonto Center
Dra. Natalie C Mello Xavier
Especialista em Reabilitação Oral e Disfunção Temporo Mandibular
www.melloodontocenter.com.br
melloodontoc@hotmail.com
conscientização nesse sentido.
Hoje, 75% dos brasileiros chegam aos 60 anos sem nenhum dente.Certamente, as doenças bucais e as extrações seriam consideravelmente menores se os idosos também fossem educados a ir ao dentista. São vários o motivos que prejudicam um sorriso maduro.
Quem hoje tem 60 anos ou mais, viveu em uma época em que a Odontologia era muito radical. As restaurações eram feitas removendo não só a cárie como também partes saudávies dos dentes e a extração do dente era a alternativa mais comum e mais barata encontrada naquela época. Ao longo do tempo, essas pessoas foram introduzindo a idéia de que o dente natural não tinha importância. Percebiam que era a solução de um problema. Sendo assim, a grande maioria dos idosos brasileiros não cuidam dos dentes, não vão ao dentista e quando aparecem a doença, geralmente, já está instalada.
Algumas medidas podem ser realizadas para minimizar os problemas bucais na maioridade:
Reposição Dentária: Os dentes perdidos devem ser substituídos por próteses móveis e fixas.
As próteses móveis devem ser limpas após cada refeição com água e sabão ou com pastilhas efervescentes ( bactericidas e fungicidas).
Pasta de dente: É fundamental ter flúor na composição da pasta dental. Evite os excessos de pasta e dê preferência as que têm consistência de gel, pois permanecem mais tempo na superfície dos dentes.
Fio dental: O uso diário de fio dental remove os resíduos de alimentos entre os dentes e torna o hálito agradável. O fio não deve ser passado com força contra a gengiva.
Bochechos: É preciso muita cautela quando se recorre a eles. Procure enxaguatórios que apresentem menor ou nenhuma concentração de álcool. Essa medida previni agressões a mucosa bucal.
Artigo retirado do http://www.sm-odontologia.com.br/m5_p2.php
Mello Odonto Center
Dra. Natalie C Mello Xavier
Especialista em Reabilitação Oral e Disfunção Temporo Mandibular
www.melloodontocenter.com.br
melloodontoc@hotmail.com
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Audiência Pública: A População Negra e a Política de Transplante de Órgãos de Doação de Medula Óssea
7/27/2011 09:03:00 PM
Y.Valentim
terça-feira, 27 de julho de 2010
I Seminário Estadual da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde - Núcleo-RS
7/27/2010 09:49:00 PM
Y.Valentim
A Escola de Saúde Pública, com a Seção de Saúde da População Negra e a Política de DST/AIDS, do Departamento de Ações em Saúde, da SES, promove, em parceria com a Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde Núcleo-RS, o I Seminário Estadual da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde, nos próximos dias 04, 05 e 06 de agosto, no Hotel Continental, com o tema “A Produção de Saúde e o Combate ao HIV/AIDS pelos Terreiros”.
A ESP, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde (SES/RS), tem como principal objetivo promover a formação e o desenvolvimento de pessoal de saúde e de agentes sociais para a gestão de políticas públicas de saúde, definindo seu projeto político pedagógico como Educação em Saúde Coletiva.
Desenvolve, entre outras atividades, a Educação em Saúde e a produção de conhecimento na área de Saúde das Populações Indígena e Negra, através do Núcleo de Educação em Saúde das Populações Indígena e Negra (NESIN), buscando fomentar e desenvolver atividades voltadas para a educação em saúde e produção de conhecimento, considerando a especificidade da saúde destas populações.
Dentro deste propósito, vem buscando consolidar parcerias com instituições de saúde e áreas afins, tendo como foco uma política descentralizada de educação permanente que contemple o debate e a sensibilização para as questões da diversidade, das iniquidades e do racismo institucional dentro do SUS .
Dessa forma, o Seminário, em sua primeira edição, surge como uma necessidade de incentivar a Rede de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde no Estado do Rio Grande do Sul, reunindo diferentes lideranças de tradições de matriz africana, pesquisadores, gestores e trabalhadores de saúde. O objetivo é dar visibilidade aos saberes tradicionais dos terreiros; levantar as ações de prevenção e promoção de saúde que vêm sendo desenvolvidas nestes locais no que diz respeito à DST/AIDS e Tuberculose; e propor estratégias de interlocução entre os terreiros, o controle social e o SUS.
A ESP, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde (SES/RS), tem como principal objetivo promover a formação e o desenvolvimento de pessoal de saúde e de agentes sociais para a gestão de políticas públicas de saúde, definindo seu projeto político pedagógico como Educação em Saúde Coletiva.
Desenvolve, entre outras atividades, a Educação em Saúde e a produção de conhecimento na área de Saúde das Populações Indígena e Negra, através do Núcleo de Educação em Saúde das Populações Indígena e Negra (NESIN), buscando fomentar e desenvolver atividades voltadas para a educação em saúde e produção de conhecimento, considerando a especificidade da saúde destas populações.
Dentro deste propósito, vem buscando consolidar parcerias com instituições de saúde e áreas afins, tendo como foco uma política descentralizada de educação permanente que contemple o debate e a sensibilização para as questões da diversidade, das iniquidades e do racismo institucional dentro do SUS .
Dessa forma, o Seminário, em sua primeira edição, surge como uma necessidade de incentivar a Rede de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde no Estado do Rio Grande do Sul, reunindo diferentes lideranças de tradições de matriz africana, pesquisadores, gestores e trabalhadores de saúde. O objetivo é dar visibilidade aos saberes tradicionais dos terreiros; levantar as ações de prevenção e promoção de saúde que vêm sendo desenvolvidas nestes locais no que diz respeito à DST/AIDS e Tuberculose; e propor estratégias de interlocução entre os terreiros, o controle social e o SUS.
Maiores informações: http://www.renafrosaude.blogspot.com/



