Pelo décimo quarto ano consecutivo a Associação Comunitária Alzira do Conforto...

... realiza, no mês de agosto, a Caminhada Azoany, evento realizado no dia de comemoração a São Lázaro, que consiste em um cortejo com saída do Pelourinho até a Igreja de São Lázaro, no Bairro da Federação, momento onde os adeptos da religião de Matriz Africana, (candomblé) agradecem ao Orixá, Inkisse.

Azoany, com é conhecido no Jejé, é o Deus de saúde e morte, o Orixá, Inkise que esta em plena consonância e contato com a humanidade, buscando através do dia a dia a solução de problemas que atingem a matéria humana.

No dia 16 de agosto de 2012 completou 14 anos que um grupo de pessoas ligadas ao Candomblé e a Igreja Católica, resolveram partir do Pelourinho em direção a Igreja de São Lázaro, para comemorar o dia de São Lázaro e Azoany (Omolú, Obaluaê), para reverenciar e cumprir promessas em agradecimento. Atotô, Obaluaê!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Em 2009... I Mesa de Conferência da Caminhada Azoany



Dia 16 de Agosto temos um encontro marcado!

XII Caminhada Azoany - Sua participação é fundamental!

Participe do concurso de projetos Economia Verde

Tem uma ideia inovadora para ajudar o meio ambiente? Mas não tem grana para bancar o projeto? Se liga no 1º Concurso de Ideias e Projetos “Economia Verde”, da Agência de Fomento Paulista Nossa Caixa Desenvolvimento, que premia as melhores iniciativas que contribuam para a redução de emissões de gases.

Para participar do concurso, é preciso morar no Estado de São Paulo e ter concluído o Ensino Médio, além da necessidade do projeto ter potencial de diminuir o envio dos gases para a atmosfera por não-emissão ou pela compensação das emissões. O vencedor da categoria pessoa física recebe um prêmio em dinheiro de R$ 10 mil, e o segundo e terceiro lugares recebem R$ 7 mil e R$ 3 mil, respectivamente.

As inscrições devem ser feitas a partir do edital e devem ser encaminhadas pelo correio ou entregues na Nossa Caixa Desenvolvimento (Agência de Fomento Paulista) até 31 de julho.

Fonte: CEN

Paulo Moura (1932–2010)





Uma forte rajada sobre a cidade do Rio de Janeiro anunciava à noite o desfecho de uma lenta agonia...

No sábado, dia 10 de julho, Paulo Moura ainda conseguiu reunir forças para tocar uma última música – "Doce de Côco", de Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho – com seu parceiro de longa data Wagner Tiso, ao lado de sua mulher Halina, o filho Domingos, o sobrinho Gabriel, amigos e admiradores, e alguns pacientes da Clínica São Vicente, maravilhados com aquela inusitada e comovente celebração musical, organizada pelos músicos Cliff Korman e Humberto Araújo.

Uma réstia de sol fazia da exuberante folhagem de jaqueiras um cintilante cenário para a varanda do hospital. O maestro, sereno e sorridente, vestia uma camisa azul e cobria as pernas inchadas e inertes com um manto púpura.
Lembrei-me da última estrofe de um poema que lhe dediquei alguns anos atrás, homenagem diminuta e insuficiente frente à imensa alegria que sua música me proporcionara e ao doce convívio que tive o privilégio de gozar:

mistura e manda
o maestro
pra lá
das bandas
do rio
preto:
aéreo conduz
e sopra
por onde zoar
o pássaro azul
púrpura

Ele se foi na calada da noite, sua memória, no entanto, não há de se calar jamais em nossos corações e ouvidos. Paulo Moura não passou, não passará: virou pássaro alvissareiro... para todos e para sempre.

André Vallias
Rio, 13 de julho de 2010

Momento Brasil: Salvador


Prepare-se, em Agosto, vem aí a XII Caminhada Azoany!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Estatuto é um acordo contra a população negra


O tortuoso percurso legislativo do Estatuto da Igualdade Racial começou em 07 de junho de 2000. O Projeto de Lei 3198/2000 foi uma articulação dos diversos setores do Movimento Negro brasileiro. Este texto amplamente discutido com a população negra tratava, por exemplo, de questões como reparação, saúde da população negra, direitos das comunidades remanescentes dos quilombos, cotas para negros e negras nas Universidades e repartições públicas.

O Estatuto em sua versão original seria um conjunto legítimo de proposições legislativas que levaria à população negra brasileira à inclusão social. Na prática, seria a verdadeira igualdade de direitos pela qual lutamos desde os tempos de Zumbi dos Palmares. Mas, infelizmente fomos derrotados pelas forças conservadoras do Senado Federal com aprovação de um texto esfarelado e esvaziado. O Brasil acaba de perder a oportunidade de construir a verdadeira democracia racial.

O Estatuto esfarelado é tão pernicioso quanto a Abolição sem reparação. O que assistimos no Senado foi um jogo de forças e acordos que unicamente defendiam os interesses da elite desse país - super representada no Congresso Nacional. Eles comemoram, conseguiram esmigalhar o Estatuto e provar que não temos força política para aprovar o conjunto de leis, tais como: a luta pelo direito a terra e às ações afirmativas - que ao longo da história nos foi negado.

Continuam eles, enfim, legislando por nós.

A bancada “demo-tucana” que ataca todas as políticas do Governo Lula, direcionadas para a população negra, elaborou a versão final apresentada pelo senador Demóstenes Torres (DEM/GO), que vai contra tudo o que estava como premissa na versão proposta em 2000, recentemente revisada pela Câmara Federal.

Foram retiradas questões importantes referentes a saúde da população negra, às cotas nas Universidades, em partidos políticos e no serviço público e as ações em prol das comunidades quilombolas foram de tal forma modificada que na prática inviabiliza a aplicação do preceito constitucional (art. 68 do ADCT) – que versa sobre os direitos territoriais do povo quilombola. O artigo proposto inicialmente, que dava garantias aos territórios quilombolas e previa regularização das terras, foi um dos pontos mais questionados pelos ruralistas e foi retirado após acordos.

Atuei juntamente com organizações do Movimento Negro contra este texto final e estou certo de que o Presidente Lula irá manter a coerência com as políticas de seu governo voltadas para a população negra, especialmente aquelas direcionadas às comunidades quilombolas desse país - que têm sofrido violentos ataques de fazendeiros - e irá vetar a proposta apresentada pelo Senado Federal.

O texto aprovado não beneficia a população negra, pelo contrário, fortalece os processos contra as cotas nas universidades e contra o Decreto 4887/03 que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

É válido lembrar que esse partido - o DEM - que sugeriu o questionado texto do Estatuto, aprovado, é o mesmo autor da ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade) contrária ao Decreto 4887 – que versa sobre a titulação de terras quilombolas – e da ADPF (Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental) contra as cotas para negros e negras nas Universidades.

O Movimento Negro brasileiro, em seus diferenciados setores, está decepcionado com a proposta final do Estatuto. Foram anos de articulação e mobilização para garantir um resultado insatisfatório e distante do que sonhamos e acreditamos enquanto política e garantia de direitos para a população negra brasileira.
Fonte: Afropress

Foi um verdadeiro golpe em nossas conquistas e uma recusa aos nossos direitos.

Diretor da Cufa opina sobre o Estatuto


"A situação das favelas de todo o Brasil, das comunidades de periferia, apesar da mobilização que hoje se constata, ainda reflete a condição do negro no Brasil. O Estatuto da Igualdade Racial não me contempla completamente, porém, reconhecer sua plena importância, fruto de tantos debates e pautas relevantes e, claro, negociações jamais experimentadas, nos coloca hoje em outro nível de discussão e prontos para novas e definitivas conquistas. Essa lei que vai definir direitos para uma parcela da população destituída de direitos, oportunidades, vítima da violência e sem condições mínimas de sobrevivência, vem somar-se a esta luta. Dá força a ela, na condição de um documento importante. Mas a transformação concreta da sociedade brasileira, no que se refere à discriminação racial e social sofrida diariamente pelos negros e pobres, no mercado de trabalho, nas relações pessoais, assim como às injustiças de toda a ordem que fazem parte do cotidiano da população negra, só vão acontecer se a própria sociedade endossar a nova lei. E lutar para que ela seja cumprida, aperfeiçoada, transformada em realidade."



Comunicação Social/SEPPIR.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

"Os Escravos dos Santos"

Em entrevista ao ISER, Kelly Hayes, que se define como estudiosa de religiões, fala um pouco sobre a produção do documentário “Slaves of the Saints” (Os Escravos dos Santos). O filme é um dos resultados da pesquisa realizada em dois terreiros do Rio de Janeiro sobre praticantes de religiões afro-brasileiras.

Você é professora em Estudos Religiosos na Universidade de Indiana. Conte-nos um pouco da sua formação, dos seus interesses acadêmicos em estudos da religião como antropóloga.

Na verdade, fiz meu doutorado na Universidade de Chicago em uma disciplina chamada History of Religions. Aqui no Brasil não existe uma correspondente. Apesar de eu usar métodos de Antropologia (como pesquisas de campo, entrevistas orais), me vejo menos como antropóloga e mais como estudiosa de religiões, de forma comparativa e mais abrangente. A religião é um campo da produção humana que está intimamente ligada à criação de um mundo significativo, e este processo todo é constante, opera em níveis diferentes, tanto em um mais abstrato - de dar sentido às grandes questões do ser humano -, quanto em outro mais pragmático, de simplesmente compreender o fluxo de eventos de uma determinada vida individual. Estou muito mais interessada em religião no sentido de bricolage, segundo conceito de Lévi-Strauss, e neste processo, me interessa bem mais o contexto do indivíduo do que a religião com suas formas organizadas de instituição e teologias. O que me interessa é como as pessoas usufruem os recursos que a religião lhes oferece (crenças, práticas, maneiras de se entenderem e de se relacionarem entre si) para compreender o mundo e para nele intervir, de tal forma que lhes seja possível transformar as próprias condições de vida. Assim, meus interesses acadêmicos se localizam mais na fronteira entre o indivíduo e a sociedade.


Como surgiu a ideia de fazer o filme?

Quando eu fiz a minha pesquisa de campo no Rio (de 2000 a 2002, e durante períodos mais curtos entre 2002 e 2008), inicialmente, eu nem pensava em fazer um filme. Usava bastante vídeo e fotografia para gravar cerimônias e eventos da vida cotidiana dentro dos dois terreiros em que trabalhei. Mas a minha proposta na época era usar estes recursos mais para entender o que acontecia durante os ritos e as preparações que os acompanhavam. Depois de oito anos, eu já tinha acumulado quase 80 horas de vídeo e centenas de fotos, e esse material todo me deixou aflita. Eu participava muito da vida cultural em Chicago, cidade em que nasci, e integrava uma turma de artistas, fotógrafos e cineastas. Enfim, tinha amigos que, naquele momento, me incentivaram a fazer uso desses registros. Em 2006, a minha namorada Catherine Crouch, que é diretora e roteirista de filme, veio ao Brasil para me ajudar a gravar entrevistas com várias pessoas. Foi ela quem conseguiu extrair daquele material todo um fio organizador que conduziu o filme.

Como foi o processo de pesquisa e filmagem? Houve alguma modificação na ideia original por conta do que vocês presenciaram durante a filmagem?

Pelo fato do processo não ter sido planejado, nós tivemos que usufruir o que tínhamos. Como eu havia filmado cerimônias desde 2000, nosso acervo era riquíssimo em termos do que se chama de “B-roll” ou “background footage.” Quando a idéia de fazer um filme se materializou, ficou claro que faltava alguma coisa para dar sentido e continuidade às cenas que nós já tínhamos. Voltei varias vezes ao Brasil para filmar, e a Catherine me acompanhou numa destas viagens e me ajudou a gravar as entrevistas que nos permitiram organizar tanto material de forma mais esclarecedora. Fizemos pelo menos três versões diferentes do filme antes de chegar à versão final. O processo demorou quase quatro anos. Mandou cada versão para pessoas diferentes, entre cineastas, amigos e acadêmicos. E fomos reorganizando o filme de acordo com os comentários e críticas.

O que dificultou muito nosso trabalho foi a minha preferência de não ter um narrador explicando tudo. Queria que os participantes falassem por si mesmos, ainda que às vezes dizendo coisas contraditórias ou até confusas. Isso era algo que eu não queria abrir mão, mesmo depois dos comentários nos aconselhando a acrescentar uma narração para esclarecer certas idéias e ajudar o espectador a entender melhor ao que assiste. Mas eu não queria um mediador que atenuasse essas contradições, colocando tudo numa ordem perfeita - aquela voz sábia que não permite ao espectador enfrentar as ambigüidades e inconsistências da vida religiosa como é praticada no dia-a-dia. Tampouco queria colocar uma interpretação da religião na boca de um narrador. Porque tanto as pessoas quanto a religião em si são contraditórias. E os motivos atrás de qualquer prática religiosa nem sempre são óbvios ou desinteressados. Além disso, a minha interpretação da religião não é a mesma das pessoas no filme. A ausência do narrador permite que essas discordâncias fiquem mais evidentes, ao mesmo tempo em que exige do espectador entender e decidir por si mesmo. Isto pode perturbar pessoas que querem tudo explicado, sem o esforço de pensar. Porém eu acredito que muitas vezes a narração acaba simplificando e até ocultando um lado importantíssimo da religião.

Por fim, por falta de algumas ideias que não foram explicadas de uma forma adequada pelos entrevistados, optei por umas explicações que aparecem escritas no começo do filme. Sempre tive mente o fato de o projeto tentar ser didático, feito para finalidades educacionais. Justamente por isso, organizei-o em capítulos, igual a um livro. A ideia é que professores possam usar o filme inteiro ou em capítulos selecionados de acordo com as suas necessidades. Então, os capítulos são mais ou menos independentes, apesar de ter uma progressão no filme inteiro em que cada capítulo funciona como uma base para os que seguem.

A pesquisa que originou o documentário trouxe outras descobertas que não foram inseridas no vídeo final? Se sim, qual o motivo de não terem sido incluídas? Quais descobertas foram essas?

Tem tantas coisas da pesquisa que acabou não entrando no documentário, nem no livro que acompanha o filme. Acho que o processo de fazer qualquer produção acadêmica, ou mesmo artística, seja filme ou livro, é um processo de concentrar e focalizar, de fazer escolhas. Pelo menos para mim, é um processo de peneirar até chegar ao que você acha mais importante ou interessante. O livro fala muito mais da pomba gira em termos históricos, sociológicos e até teóricos do que o filme. Mas o filme permite visualizar estas ideias e práticas de uma maneira muito mais imediata e sensual. E o sensual é parte importantíssima nas religiões afro-brasileira. E eu diria até de todas as religiões.

As manifestações exibidas no documentário acontecem apenas em terreiros de religiões institucionalizadas (candomblé, umbanda) ou em locais de atendimento ao público que não estão ligados a terreiros?

Ambos.

No filme são mostradas incorporações de outras entidades além de Pomba Gira e Exu?

Sim, mas o alvo do filme são as crenças e práticas ligadas à Pomba Gira e ao Exu, entidades que são muito populares e polêmicas aqui no Rio. O que eu queria mostrar é exatamente a ambiguidade destas entidades, que tanto podem fazer bem quanto podem fazer mal. É isso, eu creio, que explica em parte a popularidade dessas entidades.



O documentário será exibido no ISER, no dia 14 de julho, na primeira sessão do Cinedebate ISER.

domingo, 11 de julho de 2010

III Seminário de Religiões de Matrizes Africana de São Gonçalo

III Seminário de Religiões de Matrizes Africana de São Gonçalo

Tema: “Onde está a liberdade que ninguém viu?”

Data: 16 de julho de 2010 – 14h00

Convidamos a participarem, no Auditório da Regional do Sindsprev em São Gonçalo, Rua Feliciano Sodré nº 154 fundos, do III Seminário de Religiões de Matrizes Africana de São Gonçalo, com o tema “Onde está a liberdade que ninguém viu?”, nos aspectos de religiosidade, gênero, raça e política, para o fortalecimento da identidade e preservação das religiões de matriz africana.

14h – Mesa de Abertura – Ilê Ase N’ila Ode (Alto de Oxossi) – CEN – Sindsprev/RJ

14h:20 – Sacerdotes presentes dos diversos segmentos – Louvação a Orixás, Voduns e Inkinces.

A Professora Valéria Teixeira estará presente no evento com o seu Projeto Multirão de Legalização das Comunidades Tradicionais de Terreiros no Estado do Rio de Janeiro, haverá entrega de kits para legalização de terreiros.

14h:30/15h:10 – 1ª Mesa – Fim da escravidão: 122 anos depois, o que mudou?

Palestrante: Profª. Genilda Maria da Penha – Assistente Social e Pós-graduada na ESG – Defesa do Hemisfério Sul

15h:10/15h:20 – Perguntas da plenária

15h:20/15h:40 – Atividade Cultural – Capoeira – Mestre Machado (Liga Gonçalense de Capoeira)

15h:40/16h:10 - LANÇAMENTO OFICIAL DA CAMPANHA: QUEM É DE AXÉ, DIZ QUE É!

16h:10 /16h:20 – Atividade cultural (Jongo/CEABIR)

16h:20/16h:50 – 2ª Mesa – As religiões de matriz africana e a tolerância religiosa

Palestrante: Jean Wyllys – Jornalista e Escritor

16h:50/17h:00 – Perguntas da plenária

17h:00/17h:30 – 3ª Mesa – As mulheres no mercado de trabalho

Palestrante: Janira Rocha – Sindicalista

17h:30/17h:40 -– Perguntas da plenária

17h:40/18h:10 – 4ª Mesa – Legalização de Terreiros

Palestrante: Adriana Martins – Yawo do Ase Bangbose

18h:10/18h:20 –– Perguntas da Plenária

19h:00 – Encerramento – CONFRATERNIZAÇAO – COFFEE BREAK

Organização:

Secretaria de Gênero, Raça e Etnia da Regional do Sindsprev em São Gonçalo / Jornal Vozes do Axé/Ilê Asé Nila Ode (Alto de Oxossi) / CEN

Inscrições: Sindsprev RJ – Regional São Gonçalo – Av. Feliciano Sodré, 154 – Fundos – Centro – São Gonçalo/RJ – Tel.: (21) 2604-3434 (Antigo Ministério do Trabalho – A/L: Banco Itaú)

Email: vozesdoaxe@gmail.com / deusimarses@gmail.com

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

10º Prêmio Ethos-Valor

Abertas as inscrições para o 10º Prêmio Ethos-Valor. O prêmio é direcionado a estudantes e professores universitários. A pré-inscrição pode ser feita até 5 de abril e o prazo para envio dos trabalhos é 6 de abril. www.premioethosvalor.org.b