Pelo décimo quarto ano consecutivo a Associação Comunitária Alzira do Conforto...

... realiza, no mês de agosto, a Caminhada Azoany, evento realizado no dia de comemoração a São Lázaro, que consiste em um cortejo com saída do Pelourinho até a Igreja de São Lázaro, no Bairro da Federação, momento onde os adeptos da religião de Matriz Africana, (candomblé) agradecem ao Orixá, Inkisse.

Azoany, com é conhecido no Jejé, é o Deus de saúde e morte, o Orixá, Inkise que esta em plena consonância e contato com a humanidade, buscando através do dia a dia a solução de problemas que atingem a matéria humana.

No dia 16 de agosto de 2012 completou 14 anos que um grupo de pessoas ligadas ao Candomblé e a Igreja Católica, resolveram partir do Pelourinho em direção a Igreja de São Lázaro, para comemorar o dia de São Lázaro e Azoany (Omolú, Obaluaê), para reverenciar e cumprir promessas em agradecimento. Atotô, Obaluaê!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Diário Oficial destaca homenagem de Bira Corôa a Neuza Borges




Bira Corôa propõe título de cidadania para Neuza Borges
O Diário Oficial do Estado da Bahia trouxe matéria de capa sobre o projeto de resolução que concede título de cidadã baiana à atriz Neuza Borges, de autoria do deputado estadual Bira Corôa (PT-BA). Confira a seguir:

A atriz brasileira Neuza Borges, nascida em Florianópolis em 8 de março de 1941, é um dos ícones negros da dramaturgia brasileira do século XX. O deputado Bira Corôa (PT) quer homenageá-la e por isso apresentou projeto de resolução na Assembleia Legislativa, concedendo o título honorífico de cidadã baiana à atriz, durante uma sessão especial em data a ser estabelecida pela Mesa Diretora da Casa.

Neuza Borges iniciou sua carreira em São Paulo, como crooner de orquestra, em casas noturnas. Trabalhou com grandes maestros como Clóvis Lima e Salgado Filho. Sua estreia na televisão foi na telenovela Venha ver o sol na estrada, com Márcia de Windsor, na TV Record. No começo de carreira, ainda atuou em Beto Rockfeller, na extinta TV Tupi.

Somando cerca de 30 papéis nas telenovelas brasileiras, sua presença marcante foi destacada na interpretação de personagens de destaque em tramas de sucesso como Escrava Isaura, Dancin’ Days e A Indomada.

São 35 anos de carreira e dezenas de prêmios, entre eles a Ordem de Tiradentes. No cinema, atuou em Polaroides Urbanas (2006), O Herói (2004), Uma Vida em Segredo (2001), Um Crime Nobre (2001), dentre muitos outros filmes.

"Além disso, Neuza Borges destaca-se como militante pela igualdade racial no Brasil, denunciando a discriminação sofrida por atrizes negras na televisão brasileira", justificou o petista Bira Corôa, autor da proposição.


Globo Repórter: O poder do Machado de Xangô











Fonte: http://www.youtube.com

Segundo pesquisa, sociedade argentina é machista, racista e xenófoba

A sociedade argentina é machista, racista e xenófoba, segundo a opinião de oito em cada dez jovens de 13 a 18 anos revelada em uma pesquisa feita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cujos resultados foram publicados nesta sexta-feira pela imprensa de Buenos Aires.

A pesquisa mostra que sete em cada dez adolescentes foram testemunhas de casos de discriminação nas escolas, enquanto 40% se declararam vítimas de assédio ou segregação por seu aspecto físico ou razões raciais, entre outros motivos.

Para 65% dos entrevistados, os imigrantes bolivianos são os mais discriminados pela sociedade argentina, e 20% justificaram o preconceito afirmando que ocorre “porque nem todos são iguais”. Já 39% apontaram a discriminação de imigrantes paraguaios como a mais pronunciada e 34%, a de peruanos.

O machismo, a xenofobia e o racismo foram denunciados por mais de 80% dos 900 jovens consultados em sete províncias, entre elas as mais povoadas da Argentina, segundo o Unicef, que realiza atualmente uma campanha para combater a discriminação na Copa América, que começou no país no dia 1º de julho.

Para 50% dos adolescentes, existe discriminação pela “cor de pele”, 48% pelo tamanho, peso e aspecto físico e 41% pela pobreza.

O que mais chama a atenção na pesquisa é que a homossexualidade e as deficiências físicas deixaram de estar entre os principais motivos de marginalização social, afirmou Andrés Franco, diretor do Unicef Argentina.

Franco também destacou o fato de que as pessoas que mais discriminam são colegas e amigos da vítima, e “nem sempre se trata de atos de má fé”, mas de atitudes aprendidas no entorno social.

As comunidades de bolivianos, paraguaios e peruanos são as mais numerosas entre os estrangeiros residentes na Argentina, cujas províncias de Córdoba e Mendoza aparecem como as de maior discriminação social do país.

Lionel Messi, ídolo da seleção da Argentina, e Diego Forlán, estrela do Uruguai, são os embaixadores da campanha contra a discriminação infantil do organismo da ONU.


Rio de Janeiro abrigará museu em homenagem ao Almirante Negro

Por Daiane Souza* – Passados 131 anos do nascimento de João Cândido Felisberto, o Almirante Negro que lutou pelo fim dos castigos corporais no início do século XX e pela melhoria das condições de trabalho na Marinha, terá em sua homenagem um museu na cidade fluminense de São João do Meriti, onde viveu seus últimos anos. O presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Ferreira de Araujo, reuniu-se dia 12/07 com o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), José do Nascimento Júnior, e o prefeito do município de São João do Meriti, Sandro Matos, no Rio de Janeiro, para acompanhar o andamento do processo de implantação do museu e discutir algumas possibilidades de parcerias internas e externas.

“Este projeto vai aumentar o valor cultural da Baixada Fluminense e elevar a autoestima de sua população. Será o primeiro museu dedicado a este que é um dos maiores heróis da história brasileira”, disse o presidente da Palmares.
Para a Fundação, é importante que a população brasileira reconheça a luta do homem que mudou o rumo da história da Marinha e da população negra brasileira ainda no período pós-escravocrata. Eloi Ferreira reforça que o museu será uma importante ferramenta para que a história deste herói seja sempre lembrada. O acervo será doado pela família do marinheiro, pela Palmares e pela Marinha do Brasil.

O MUSEU – O memorial que abrigará o histórico da vida e luta do Almirante Negro tem custo estimado em R$ 2 milhões, apenas para um dos quatro edifícios que irá compor o complexo. A arquitetura do prédio principal remeterá a um navio sobre as águas. Dois outros espaços já existem, são casas do período colonial que serão restauradas. A área total do museu será de aproximadamente 700m2.

A prefeitura de São João do Meriti, responsável pela obra, prevê o início da construção para o mês de agosto. O presidente Eloi Ferreira afirma que o complexo será entregue o mais rápido possível.

ALMIRANTE NEGRO – Nascido em 24 de junho de 1880 em Encruzilhada, Rio Grande do Sul, João Cândido pertenceu a uma família de ex-escravos. Aos 13 anos apresentou-se na Companhia de Artífices Militares e Menores Aprendizes no Arsenal de Guerra de Porto Alegre e em 1895 foi transferido para a Escola de Aprendizes de Porto Alegre. Em dezembro do mesmo ano, ingressou na Marinha de Guerra do Brasil.

Teve uma carreira extensa de viagens nacionais e por vários países do mundo nos 15 anos que pertenceu à instituição. Era o marinheiro mais experiente e respeitado pelos colegas e oficiais. Apesar disso, era contrário ao tratamento dado aos subalternos, penalidades que persistiam mesmo após as assinaturas da Lei Áurea, em 1888, e do Decreto n°3 do regime republicano, em 1889.

REFLEXO DA ESCRAVIDÃO – Os castigos a que os marinheiros brasileiros eram submetidos tinham características de tortura e a chibata como principal instrumento “disciplinar”. As penalidades se assemelhavam ao tratamento dado aos escravos pelos capatazes nas fazendas coloniais.

No documentário Cem Anos sem Chibata, produzido pela EBC – TV Brasil, o próprio Almirante Negro explica o significado do castigo da chibata: “Era uma corda intitulada linha de barca onde os carrascos colocavam agulhas e pregos. Nus da cintura para cima, os homens eram amarrados em um ferro, expostos e castigados brutalmente”. O registro realizado em 1968 foi a única gravação de voz do almirante.

Em 1910, João Cândido assistiu junto de outros marinheiros a aplicação da pena de 250 chibatadas a que foi condenado seu colega Marcelino Rodrigues Meneses. Liderada pelo Almirante Negro, a tripulação da embarcação Minas Gerais da Marinha se revoltou contra seu comandante e junto a ela se uniram as tripulações de outros três navios. O protesto que ficou conhecido como Revolta da Chibata tinha entre as reivindicações o fim dos maus-tratos psicológicos e das punições corporais, o aumento salarial, melhor alimentação e a anistia aos envolvidos.

Para Eloi Araujo, a principal conquista da rebelião foi o compromisso do governo da época em acabar com a chibata na Marinha. João Cândido foi preso e expulso da corporação ainda em 1910, sob a acusação de ter favorecido os rebeldes. Em 1912 foi libertado, porém só recebeu a anistia em 2008, 39 anos depois de seu falecimento.

MESTRE SALA DOS MARES – Na década de 1970 João Cândido e a Revolta da Chibata foram imortalizados na canção O mestre-sala dos mares, composta por João Bosco e Aldir Blanc. Mesmo depois de morto, o Almirante Negro foi vítima do preconceito e da censura pela ditadura militar que naquela década não aceitou homenagem a um marinheiro que quebrou a hierarquia dos oficiais da Marinha.

Para mostrar ao país estas e outras histórias, o Museu João Cândido armazenará sob a forma de acervo as conquistas a partir da Revolta da Chibata e o passado do almirante que mudou os rumos da história do negro no Brasil e virou música intitulada Mestre sala dos mares, por João Bosco e Aldir Blanc.

*Colaborou Joceline Gomes
Fonte: http://www.palmares.gov.br/?p=12899
http://www.seppir.gov.br/noticias/clipping-seppir/14-a-18-07-2011

IV Encontro Nacional das Comunidades Quilombolas: CONAQ 15 anos de luta e nenhum direito a menos

A Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas -CONAQ estará realizando seu IV Encontro Nacional das Comunidades Quilombolas: CONAQ 15 anos de luta e nenhum direito a menos, nos dias 3 a 7 de agosto de 2011, na cidade do Rio de Janeiro.

A abertura do evento, que reunirá representantes das comunidades de todo o Brasil, acontecerá a partir das 18h do dia 3 de agosto, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia.

Nos dias 4 a 6, o Encontro acontecerá nas dependências da UERJ (Universidade do Rio de Janeiro), na Rua São Fracisco Xavier 524, Maracanã.

Ao londo desses dias, os debates deverão marcar um importante momento de reflexão, avaliação e amadurecimento da luta e resistência quilombola.

No encerramento, no final do dia 6, acontecerá o pré-lançamento da Campanha Nacional em Defesa dos Direitos Quilombolas.

Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas.




Fonte: http://racismoambiental.net.br/

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Ata da 1º Reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Comunidades Tradicionais de Terreiro

A FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS DE TERREIRO se reuniu hoje, com a presença do CEN (Iyáègbè Patricia da Oxum), FOAFRO (Ogã Luiz Alves), CETRAB (Osmaldo), e os Assessores Parlamentares: Dep.Érika Kokay – PT/DF, (Silvia); Dep. Amauri Texeira PT/BA (Jorge Araújo), Dep. Valmir Assunção PT/BA (Mayrá Lima), Dep. Luiz Alberto PT/BA (Toni Bochat), Dep. Janete Pieta PT-SP (Joseane Lima); Dep. Domingos Dutra PT/MA (Simone Carvalho) e representando a SEPPIR o Assessor Parlamentar – Renato Ferreira.

Após a apresentação de todos, a Silvia explanou sobre o objetivo da reunião no qual evidenciou a importância do trabalho em conjunto dessa frente, por isso o trabalho seria feito em duas etapas, primeiramente as discussões desse GT e posteriormente a reunião com os deputados para fecharmos.

Iyá Patricia (CEN-DF) expôs a Proposta do CEN e FOAFRO já apresentada aos parlamentares na sensibilização da Frente:
1) Promover, no marco legislativo, ações em defesa das religiões de matrizes africanas, pela liberdade de culto e contra a intolerância religiosa;
2) Propor leis que dêem as casas religiosas de matrizes africanas os mesmos tratamentos que outras tradições religiosas gozam em nosso país;
3) Fiscalizar o Poder Executivo para que este aplique as políticas públicas às comunidades de terreiro propostas por elas mesmas e por organizações a elas ligadas;
4) Fortalecer o diálogo inter-institucional entre os três poderes de República para fazer valer as leis que defendem a liberdade religiosa em nosso país;
5) Promover ações que efetivem a liberdade religiosa tais como audiências públicas, seminários e eventos que ensejem em si a defesa do direito de culto;
6) Propor ações ao Executivo tais como a realização da Conferência Nacional Sobre Liberdade Religiosa, objetivando fazer com que os setores religiosos do país dialoguem entre si e construam um pacto de não-agressão;
7) Ainda no marco legislativo, agir para que o Estado, em suas esferas Federal, Estaduais e Municipais, não se torne, ele mesmo violador ao direito de culto no Brasil, com ações que visem destruir o patrimônio religioso das casas de terreiro).

O Ogã Luiz Alves (FOAFRO/CEN), colocou logo após o quadro em que se encontra as comunidades de terreiros referente à violência, agressões e derrubadas e que em um país laico, ainda se apresenta na própria casa total desrespeito, quando se privilegia as religiões cristas, reforçado na fala da Iyá Patricia .

Joseane levantou a importância de se fazer com que a casa tenha conhecimento dos fatos que estão acontecendo, sugerindo uma audiência pública. O que foi reforçado na fala da Mayrá, ampliando para uma Audiência Pública mostrando o Mapa da Intolerância Religiosa, bem com, uma exposição
de fotos. Mayrá também colocou que tem consciência que nossa trajetória não vai ser fácil, mas que temos que enfrentar e buscar nosso espaço.

Jorge Araújo sugeriu montarmos um plano de trabalho, saindo dessa reunião com tarefas a serem desenvolvida, mas ressaltou que a primeira delas é fechar as assinaturas e que devemos fazer um Seminário das Comunidades Tradicionais de Terreiro.
Toni falou da proposta do estatuto. Silvia informou que o dep. Erika Kokay já havia feito a solicitação da Audiência contra a Intolerância. Dentro deste contexto ficou resolvido que:
1. As dep. Erika, Janete e os dep Valmir e Domingos, ficarão responsáveis de recolher as assinaturas na primeira semana de agosto;
2. Toni fará a proposta de estatuto;
3. Silvia, Simone e Iyá Patricia, ficaram responsáveis pela Audiência Pública sobre a Intolerância religiosa, onde será apresentado o Mapa da Intolerância Religiosa;
4. Exposição de fotos sobre as comunidades de terreiro ficou sob responsabilidade de Mayrá, Jorge, Ogã Luiz e Joseane.

Ao final da reunião Iyá Patrícia apresentou email enviado por Marcio Alexandre Gualberto (Coordenador Geral do Coletivo de Entidades Negras – CEN), sobre um incêndio criminoso ocorrido numa casa de santo em Curitiba e Renato Ferreira ficou de encaminhar a questão à Ouvidoria da Seppir.

A próxima reunião ficou marcada para o dia 05 de agosto, ás 15h no mesmo local.

Fonte: www.cenbrasil.org.br

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Arquivado do processo disciplinar contra o deputado Jair Bolsonaro

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara confirmou nesta quarta-feira (13) o arquivamento do processo disciplinar contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) por supostas declarações preconceituosas.
No fim de junho, os deputados já haviam rejeitado o parecer prévio do relator, deputado Sérgio Brito (PSC-BA), que defendia a admissibilidade do processo.
Em razão da rejeição, os deputados analisaram nesta quarta voto em separado do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que pediu o fim do processo. Foram sete votos favoráveis ao arquivamento contra cinco.
De acordo com a Agência Câmara, Lorenzoni disse que é contra as posições de Bolsonaro, mas defendeu a liberdade de expressão dos parlamentares. “Muito embora fortes e polêmicas, as posições de Bolsonaro encontram ressonância e respaldo. A defesa veemente de suas posições não pode ser considerada atentatória contra o decoro.”
A representação, do PSOL, pedia a cassação do mandato de Bolsonaro em razão de declarações do parlamentar em um programa de televisão. No programa, ao ser perguntado pela cantora Preta Gil sobre como reagiria se o filho namorasse uma mulher negra, afirmou que não discutiria "promiscuidade". O PSOL também queria cassar Bolsonaro por um bate-boca com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), depois que o deputado tentou exibir para as câmaras um folheto "antigay" durante entrevista da senadora Marta Suplicy (PT-SP).

Fonte:

Unegro comemora 23 anos e empossa nova coordenação na Bahia

A União de Negros pela Igualdade – Unegro completará 23 anos de fundação nesta quinta-feira (14/7) e na oportunidade empossará sua nova coordenação do Estado da Bahia. A solenidade acontecerá às 18h30 no auditório do Centro Cultural da Câmara Municipal de Salvador. A Conferência magna será proferida por Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Palmares.

Fundada por um grupo de militantes do movimento negro, em 14 de julho de 1988, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador, a União de Negros pela Igualdade tem o intuito de lutar contra o racismo em todas as suas formas de manifestação. Dentre suas principais frentes de atuação estão: Combate à discriminação no mercado de trabalho, defesa dos direitos de liberdade religiosa para as religiões de matriz africana, direitos da mulher negra, direitos humanos e defesa dos direitos da criança e do adolescente.

Atualmente, a Unegro é uma entidade nacional, estando presente em 20 estados brasileiros, como Amazonas, Roraima, Pará, Ceará, Alagoas, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e o Distrito Federal, entre outros. Na Bahia, além de Salvador, está em Cachoeira, Conceição do Almeida, Cruz das Almas, Santo Amaro da Purificação, Simões Filho, Ilhéus, Vitória da Conquista, Senhor do Bonfim, Dias D’Ávila, Coração de Maria e Terra Nova.

Durante seus 23 anos de existência a entidade se destaca como organização atuante nas manifestações políticas antirracistas do movimento negro no Brasil e conseguiu acumular um grande histórico de lutas e conquistas, realizando seminários estaduais e nacionais a fim de fortalecer o combate desigualdade de classe, raça e gênero no Brasil; além de grandes jornadas de debate (Jornada do Barro, Jornada do Ferro, Jornada do Azeite), possibilitando assim maior conhecimento e desmistificação em relação a temas ligados ao Candomblé. É membro do Conselho Nacional de Igualdade Racial (CNPIR), do Conselho Nacional e Estadual de Juventude (CONJUVE), do Conselho Municipal de Saúde do Município de Salvador e de diversos conselhos municipais. Criou em 1995, o Troféu Clementina de Jesus, no qual homenageia personalidades negras nos vários ramos de atividades.

Fonte: http://www.cenbrasil.org.br