Pelo décimo quarto ano consecutivo a Associação Comunitária Alzira do Conforto...

... realiza, no mês de agosto, a Caminhada Azoany, evento realizado no dia de comemoração a São Lázaro, que consiste em um cortejo com saída do Pelourinho até a Igreja de São Lázaro, no Bairro da Federação, momento onde os adeptos da religião de Matriz Africana, (candomblé) agradecem ao Orixá, Inkisse.

Azoany, com é conhecido no Jejé, é o Deus de saúde e morte, o Orixá, Inkise que esta em plena consonância e contato com a humanidade, buscando através do dia a dia a solução de problemas que atingem a matéria humana.

No dia 16 de agosto de 2012 completou 14 anos que um grupo de pessoas ligadas ao Candomblé e a Igreja Católica, resolveram partir do Pelourinho em direção a Igreja de São Lázaro, para comemorar o dia de São Lázaro e Azoany (Omolú, Obaluaê), para reverenciar e cumprir promessas em agradecimento. Atotô, Obaluaê!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

IV Encontro da CONAQ: “Políticas Públicas para as Comunidades Quilombolas”


O segundo dia do IV Encontro Nacional das Comunidades Quilombolas foi praticamente todo dedicado ao debate sobre as Políticas Públicas. Perante um auditório que sequer comportava tod@s os quilombol@s presentes, estavam @s responsáveis pelas questões quilombolas no Ministério da Saúde, da Fundação Cultural Palmares, Ministério do Desenvolvimento Agrário, INCRA, SEPPIR, Petrobrás e, ainda, José Jairo Vieira, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Se as falas iniciais foram tranquilas, as cobranças foram muita vezes duras, mas sempre justas. A partir da abertura por Vânia Santana, da Petrobrás, quilombolas como “Nega”, da Ilha da Maré, Bahia, que viu seu companheiro morrer graças ao SUS, e que é uma das lideranças da luta contra a poluição na Bahia do Todos os Santos, se impuseram com os seus questionamentos. E as perguntas se prolongaram noite adentro. 

Fonte: 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Lei Maria da Penha tem bons resultados mas é preciso combater preconceito, diz ministro

Paula Laboissière, Repórter da Agência Brasil

Brasília – No mês em que a sanção da Lei Maria da Penha completa cinco anos, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, avaliou que a legislação tem alcançado “bons resultados”, mas que é preciso combater o preconceito – inclusive entre autoridades.

“Acredito que é necessário que as pessoas percam o preconceito que ainda existe em relação a atos dessa natureza. Às vezes, vemos autoridades e pessoas em geral que tratam a violência contra a mulher como um ato banal e não é um ato banal. É um ato que merece reprovação e, inclusive, uma reação social muito forte sempre que se consuma”, disse.

Em entrevista à Agência Brasil, Cardozo classificou a violência doméstica como um tema “delicado e grave”e cobrou mais debates sobre a aplicação do texto. Hoje (3) e amanhã (4), a pasta promove o seminário Lei Maria da Penha – 5 Anos. Representantes do Judiciário devem discutir pontos a serem aperfeiçoados com o objetivo de garantir proteção às vítimas e punição ao agressor.

“Ainda há muito preconceito na aplicação da Lei Maria da Penha e, por essa razão, é muito importante debatê-la nos seus termos e resultados, para que ela possa ser ainda mais eficaz na perspectiva do combate a esse ato odioso que é a violência contra a mulher”, disse o ministro.

CONAQ: Reunidos no Rio a partir desta noite, 500 quilombolas de todo o País discutem avanços e estratégias

A abertura do Encontro será às 18 horas, na Câmara dos Vereadores, na Cinelândia. A partir de amanhã, os trabalhos seguirão na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no Maracanã.

Cerca de 500 representantes de grupos remanescentes de quilombos de vários lugares do país vão se reunir a partir da noite desta quarta-feira até sábado (6), no Rio de Janeiro, no 4º Encontro Nacional das Comunidades Quilombolas. Durante os quatro dias de evento, serão discutidos os avanços nas políticas públicas para essa parcela da população brasileira, como a regularização fundiária de territórios que ocupam.

De acordo com o coordenador executivo da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), que organiza o encontro, Ronaldo dos Santos, a luta pelo direito à terra é uma das principais bandeiras do movimento. Segundo ele, embora o governo federal esteja trabalhado para reconhecer os territórios, o processo ainda é muito lento:

“A questão do território para nós é central e, embora tenhamos avançado bastante na concepção da política voltada aos quilombolas nos últimos anos, ainda caminhamos de forma lenta na emissão dos títulos fundiários. É possível dimensionar o problema pelo fato de a proporção entre títulos emitidos e comunidades existentes ser muito pequena. E a tendência que essa proporção diminua ainda mais porque a velocidade com que as comunidades se autodefinem é muito maior do que o ritmo com que o governo consegue responder à demanda”, afirmou.

Segundo ele, 3,5 mil comunidades quilombolas já foram oficialmente reconhecidas no país, mas a estimativa é que elas ultrapassem 5 mil. Enquanto isso, até hoje foram emitidos 120 títulos, regularizando cerca de 987 mil hectares em benefício de 108 territórios, 189 comunidades e 11,9 mil famílias quilombolas.

Para Ronaldo dos Santos, a estrutura administrativa e as deficiências orçamentárias são os principais entraves para que o processo não ocorra de forma mais ágil.

Com base na Instrução Normativa 57, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), autarquia federal responsável por realizar a regularização fundiária de territórios quilombolas, cabe às comunidades interessadas encaminhar à superintendência regional do órgão em seu estado uma solicitação de abertura de procedimentos administrativos.

Para que o Incra inicie os trabalhos, a comunidade deve apresentar a Certidão de Registro no Cadastro Geral de Remanescentes de Comunidades de Quilombos, emitida pela Fundação Cultural Palmares. O Incra elabora, então, um estudo da área e produz um Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) do território. Em seguida, recebe, analisa e julga eventuais contestações. Aprovado em definitivo esse relatório, o Incra publica uma portaria de reconhecimento que declara os limites do território quilombola.

A fase seguinte do processo administrativo corresponde à regularização fundiária, com retirada de ocupantes não quilombolas mediante desapropriação e/ou pagamento de indenização e demarcação do território. O processo culmina com a concessão do título de propriedade à comunidade, que é coletivo e em nome da associação dos moradores da área, registrado no cartório de imóveis, sem qualquer ônus financeiro para a comunidade beneficiada.

Ronaldo dos Santos também informou que, ao fim do encontro, a Conaq realizará o pré-lançamento da Campanha Nacional em Defesa dos Direitos Quilombolas. A iniciativa, que contará com ações de mídia principalmente na internet, terá como objetivo disseminar entre a população o conceito e a luta das comunidades remanescentes de quilombos no país.

“Somos muito conhecidos pela academia, pelos políticos, pelos movimentos sociais, mas não pelo trabalhador e pela trabalhadora comum. As comunidades quilombolas não fazem parte do cotidiano da sociedade e isso nos fragiliza muito. Queremos ser reconhecidos não só por quem discute a política, mas pelo conjunto da sociedade”, acrescentou.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

A importância do controle financeiro

Eduardo D. Silva, autor do livro “Gestão em Finanças Pessoais - Uma metodologia para se adquirir educação e saúde financeira” – e CEO da Excelènce Gestão Estratégica. Eduardo possui especializações em Recursos Humanos pela FDRH – PUCRS; em Estrutura, Análise
e Interpretação de Balanços pela FAPA; em Finanças Empresariais (ESPM) e em Orientação Financeira Pessoal (FOREX - SP).

1 – Quais seriam as principais dicas para evitar descontroles financeiros?
A principal dica é saber como nos relacionamos com o dinheiro; ou seja, devemos anotar todos os gastos durante 30 dias – mas todos mesmo, incluindo cafezinho, transportes, revistas etc. Assim, após este período, é possível visualizar com precisão onde enxugar os gastos, cortando aqueles que não acrescentam qualidade de vida. Em um segundo momento, se começa a economizar nas contas que dependem de nosso controle como luz, telefone e outras.

Para gastar menos e melhor também é preciso se programar para aqueles valores de final/início de ano como IPTU, IPVA, retorno às aulas. Além disso, sempre se pergunte se realmente precisa daquele gasto em tal momento. Por fim, gastar menos e melhor também passa por adquirir hábitos frugais, por viver sua vida e não a vida dos outros, se adequando ao seu orçamento, a sua realidade.

2 – E como aprender a poupar?
Poupar é uma questão que depende de cultura. Atualmente, os principais exemplos expostos na mídia são de pessoas endividadas, que só pagam o mínimo do cartão de crédito e incorporam o cheque especial ao orçamento. São exemplos de pessoas que têm os juros trabalhando contra si. Nunca vi uma reportagem de uma pessoa que colocou R$ 50,00 ou R$ 100,00 todo mês como investimento e, depois de dez anos, acumulou uma boa quantia – neste caso, o dinheiro trabalha a favor da pessoa.




3 – O que provoca o exagero no consumo e o conseqüente endividamento?
Os produtos e serviços melhoram substancialmente a cada dia – telefones celulares, palms, computadores, automóveis, a praticidade dos cartões de crédito aceitos em qualquer estabelecimento etc. Tudo isto é um grande apelo para o consumo e uma grande armadilha para o orçamento. As pessoas trocam de celular a cada seis meses; ou seja, terminam de pagar um e já compram outro – parcelado – com muito mais tecnologia, com câmera, Internet e tudo o mais. No entanto, esquecem que um telefone é feito para falar. É uma situação absurda pagar mais caro para ter um telefone com câmera, sendo que, na maioria dos casos, a pessoa já possui uma máquina fotográfica digital. Outro fator importante que colabora para o descontrole é ir ao supermercado sem uma lista do que realmente deve ser comprado, gerando gastos extras por impulso de compra. E esse impulso de compra também se reflete no cartão de crédito. Pior ainda quando se compra em parcelas, pois a pessoa “esquece” que já está comprometendo parte de sua renda futura, da mesma forma que acontece com um cheque pré-datado. Além de tudo isso, há o desperdício. Quantas revistas as pessoas assinam e nem têm tempo para ler? Quantos dvd’s alugam num final de semana e muitas vezes mal conseguem assistir um? Quantos jogos são comprados para os filhos todo mês? Os pequenos gastos são aqueles que não conseguimos visualizar e são os que mais contribuem para o descontrole. Assim, sugiro que a pessoa tenha apenas um cartão de crédito e uma conta bancária (pagamos tarifas altíssimas).  

4 - No caso de um profissional já endividado, como retomar o controle de suas finanças? 
Muitas vezes, a saída está diante de nossos olhos, mas só enxergamos a alternativa de buscar dinheiro no mercado financeiro, nos endividando ainda mais. Vale a pena nos desfazermos de um bem para quitar dívidas. Por exemplo, é possível vender um carro e depois adquirir outro com menor valor, pois ainda são os menores juros de mercado. Também é fundamental rever os hábitos de consumo, cortando de imediato as “gorduras” e economizando nas contas que podem ser monitoradas. Por último, não deixe de planejar os gastos com férias, reformas etc., pois vivemos em uma economia com inflação civilizada, que propicia um planejamento sem grandes alterações de valores nos meses seguintes.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Registro do Evento Troféu Pérolas Negras Benedita da Silva

III Encontro Paranaense de Saúde da População Negra e Prevenção de DST/HIV/AIDS

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Fonte: http://fazervaleralei.blogspot.com/

Para ter um sorriso maduro

Uma parcela expressiva dos brasileiros entrará no time dos grisalhos em alguns anos. Dessa forma, é importante garantir o bem-estar de seus dentes. Isso é capaz de evitar desde problemas gástricos até má oclusão. Infelizmente, a turma da terceira idade não é alvo de campanhas de
conscientização nesse sentido.

Hoje, 75% dos brasileiros chegam aos 60 anos sem nenhum dente.Certamente, as doenças bucais e as extrações seriam consideravelmente menores se os idosos também fossem educados a ir ao dentista. São vários o motivos que prejudicam um sorriso maduro.

Quem hoje tem 60 anos ou mais, viveu em uma época em que a Odontologia era muito radical. As restaurações eram feitas removendo não só a cárie como também partes saudávies dos dentes e a extração do dente era a alternativa mais comum e mais barata encontrada naquela época. Ao longo do tempo, essas pessoas foram introduzindo a idéia de que o dente natural não tinha importância. Percebiam que era a solução de um problema. Sendo assim, a grande maioria dos idosos brasileiros não cuidam dos dentes, não vão ao dentista e quando aparecem a doença, geralmente, já está instalada.

Algumas medidas podem ser realizadas para minimizar os problemas bucais na maioridade:

Reposição Dentária: Os dentes perdidos devem ser substituídos por próteses móveis e fixas.
As próteses móveis devem ser limpas após cada refeição com água e sabão ou com pastilhas efervescentes ( bactericidas e fungicidas).

Pasta de dente: É fundamental ter flúor na composição da pasta dental. Evite os excessos de pasta e dê preferência as que têm consistência de gel, pois permanecem mais tempo na superfície dos dentes.

Fio dental: O uso diário de fio dental remove os resíduos de alimentos entre os dentes e torna o hálito agradável. O fio não deve ser passado com força contra a gengiva.
Bochechos: É preciso muita cautela quando se recorre a eles. Procure enxaguatórios que apresentem menor ou nenhuma concentração de álcool. Essa medida previni agressões a mucosa bucal.

Artigo retirado do 
http://www.sm-odontologia.com.br/m5_p2.php




Mello Odonto Center
Dra. Natalie C Mello Xavier
Especialista em Reabilitação Oral e Disfunção Temporo Mandibular
www.melloodontocenter.com.br
melloodontoc@hotmail.com





Audiência Pública sobre Identidade quilombola e o Acesso às Políticas Públicas

O evento irá ocorrer em 1 de agosto, às 18:30hs, no Centro Cultural da Câmara dos Vereadores , em Salvador

A audiência pública intitulada “Identidade Quilombola e o Acesso às Políticas Públicas” iniciativa da Comissão da Reparação da Câmara dos Vereadores, presidida pela vereadora Marta Rodrigues, irá debater sobre a importância da afirmação da identidade quilombola no processo de defesa dos direitos constitucionais e das respectivas políticas públicas. O evento irá contar com a presença do Secretário Elias Sampaio (SEPROMI), Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares, Silvany Euclênio, diretora dos Programas da Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da SEPPIR, Secretário Carlos Brasileiro (SEDES),Secretário Ailton Ferreira (SEMUR), Eduardo Jorge Gomes(SEDIR), José Vivaldo Mendonça, diretor da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional( CAR), Deputado Estadual Bira Côroa, Valmir dos Santos, do Conselho Estadual dos Quilombolas da Bahia e a jornalista e diretora do documentário “SER QUILOMBOLA”, Jaqueline Barreto.

A audiência será iniciada pela exibição do documentário “SER QUILOMBOLA” cuja produção audiovisual discorre sobre os principais elementos que constituem a identidade quilombola a partir das comunidades de São Francisco do Paraguaçu e Porteiras, localizadas, respectivamente, nos municípios de Cachoeira e Entre Rios.Relação com a terra, laços de parentesco, racismo, tradições que se reinventam e autoestima são alguns dos assuntos abordados. “Ser Quilombola” conta com a participação dos historiadores Ubiratan Castro e João José Reis, da socióloga e professora da Universidade Federal da Bahia, Lídia Cardel, da ex-representante da Fundação Cultural Palmares, Luciana Mota, e do sociólogo Walter Altino.

O documentário aborda os dois critérios do decreto 4.887/03 que está sob ameaça no Supremo Tribunal Federal: territorialidade e autodefinição. Além disso, representa um direito de resposta da comunidade de São Francisco do Paraguaçu à reportagem exibida pela Rede Globo no Jornal Nacional. Resultado do Trabalho de Conclusão de Curso de jornalismo, da Faculdade Social da Bahia, sob orientação de Jussara Maia e colaboração dos jornalistas Midiã Santana e Deraldo Leal, pretende ser utilizado como instrumento político que estimule a autoestima quilombola e a necessidade de afirmação da identidade como instrumento de acesso às políticas públicas.

Fonte: Recebido por e-mail.

Lucival ganha banho de ervas durante feijoada de Negra Jhô

Ex-BBB foi ao Pelourinho no evento organizado pela Negra Jhô, cabeleireira baiana especialista em penteados afro.

Lucival participou neste domingo, 31, da feijoada organizada por Negra Jhô, cabeleireira especialista em penteados afro. O evento foi realizado no Pelourinho, em Salvador, e o ex-BBB ganhou até um banho de ervas da anfitriã.



Negra Jhô e Lucival