Pelo décimo quarto ano consecutivo a Associação Comunitária Alzira do Conforto...

... realiza, no mês de agosto, a Caminhada Azoany, evento realizado no dia de comemoração a São Lázaro, que consiste em um cortejo com saída do Pelourinho até a Igreja de São Lázaro, no Bairro da Federação, momento onde os adeptos da religião de Matriz Africana, (candomblé) agradecem ao Orixá, Inkisse.

Azoany, com é conhecido no Jejé, é o Deus de saúde e morte, o Orixá, Inkise que esta em plena consonância e contato com a humanidade, buscando através do dia a dia a solução de problemas que atingem a matéria humana.

No dia 16 de agosto de 2012 completou 14 anos que um grupo de pessoas ligadas ao Candomblé e a Igreja Católica, resolveram partir do Pelourinho em direção a Igreja de São Lázaro, para comemorar o dia de São Lázaro e Azoany (Omolú, Obaluaê), para reverenciar e cumprir promessas em agradecimento. Atotô, Obaluaê!

domingo, 7 de agosto de 2011

Brasil: mestiço, improdutivo e desarmônico?

Livro atribuído a norueguês que matou 77 pessoas em ataque afirma que miscigenação seria causa de atraso brasileiro

Ronaldo Pelli

O absurdo ataque do norueguês Anders Behring Breivik que resultou em 77 vítimas fatais também resvalou – em muito menor escala, é verdade – no Brasil. Logo após o massacre no país nórdico, foi divulgado um manifesto com mais de mil páginas chamado “2083 – A European Declaration of Independence” (algo como “2083 – uma declaração de independência europeia”) que seria de sua autoria. A obra prega, entre outras medidas de extrema direita, uma Europa “livre” de imigrantes, o que ocorreria em 20 a 70 anos – daí a data do título. O Brasil é citado algumas vezes nesse tratado de intolerância exatamente como um péssimo exemplo por ser um país miscigenado.

Para Breivik, que, escreve em inglês e assina com o nome Andrew Berwick – uma adaptação para o inglês de seu nome – os conservadores europeus “devem tomar o poder político e militar através de uma combinação de lutas armada e democrática dentro de 70 anos”. Segundo o homem de 32 anos, a alternativa a essa “tomada de poder” “é o modelo de abastardamento contínuo, muito semelhante ao modelo brasileiro”.

A partir de então, Berwick começa a explicar o que seria esse paradigma verde-amarelo e a consequente, em sua opinião, falta de união nacional. Para começar, ele afirma que a mistura de raças no Brasil foi feita a partir de europeus, africanos e asiáticos – sem explicar se os indígenas representariam os asiáticos citados. É possível que sim, já que em outros trechos, ele assegura que os indígenas são “nórdicos por definição” e que junta no mesmo grupo de nações produtivas e harmônicas a Escandinávia, a Alemanha, a Coreia do Sul e o Japão. Como se “nórdico” assumisse a denotação de “puro”, de “não-contaminado”. Portanto, em uma lógica torta, os indígenas seriam asiáticos, porque puros, e todos, em conclusão, “nórdicos”.

Outro trecho sem uma explicação clara afirma que essa mistura entre europeus, asiáticos e africanos teria acontecido graças à “revolução brasileira marxista”. De qualquer forma, o texto defende enfaticamente que essa mistura de raças se mostrou catastrófica tanto para o Brasil quanto para qualquer outra nação que tenha institucionalizado e facilitado esse cruzamento.

“O Brasil se estabeleceu firmemente como um país de segundo mundo com um baixíssimo grau de coesão social. Os resultados são evidentes e são manifestados através de um elevado grau de corrupção, falta de produtividade e eterno conflito entre as várias ‘culturas’ concorrentes como a miríade de recém-criadas ‘subtribos (preto, mulato, mestiço, branco) paralisa qualquer esperança de algum dia chegar ao mesmo nível de produtividade e harmonia como, por exemplo, Escandinávia, Alemanha, Coreia do Sul ou Japão”, escreve ele, em uma tradução livre, que completa: “Vendo a falta de coesão social no Brasil, e a produtividade média do brasileiro médio, é evidente que uma abordagem semelhante na Europa seria devastadora e retardaria a nação, sem mencionar que seria um crime grave (genocídio) para contribuir de qualquer forma para a aniquilação desconstrução e genocídio dos povos indígenas que são nórdicos, por definição.”

Tal afirmação repercutiu nos meios de comunicação e entre nomes como o músico Caetano Veloso. Em sua coluna no jornal “O Globo” do último domingo (31 de julho), Caetano disse que sua oposição a esse programa é “visceral”: “Tudo o que faço tem esse núcleo”, escreveu.

“É a velha hipótese que tinha vigência dentro do próprio Brasil (e, claro, nunca foi descartada de todo — nem por todos), só sendo realmente abalada pela virada que representou ‘Casa grande e senzala’, digam o que disserem os neorracialistas. Gilberto Freyre, ‘Gabriela, cravo e canela’, o ‘Amálgama’de Jorge Mautner e aquele hino à miscigenação que Aldir Blanc escreveu faz uns anos para a TV Globo parecem mais bonitos se confrontados com o criminoso norueguês que matou dezenas de jovens individualmente”, completou.

A escritora e professora do Departamento de Antropologia da USP Lilia Moritz Schwarcz mostrou ainda um ângulo que torna essas declarações mais complicadas. Apesar de esse tipo de discurso não fazer mais parte do âmbito acadêmico nem do político, já que a ciência acabou com qualquer apoio para o conceito de raça, no século XIX, ainda, ela chama a atenção para como em ambientes públicos essas ideias ainda encontram solo para se propagar.

“O que me chama atenção desse discurso não é o quanto ele pode ser anacrônico, mas o quanto essa declaração faz parte do senso comum. O senso comum é uma ideologia muito poderosa. Não é incomum no Brasil que se fale mal da mestiçagem, dizendo que ela é deletéria”, opinou a antropóloga por telefone. Ela, de qualquer forma, defende a possibilidade de qualquer pessoa se expressar, mesmo que um extremista. Essa proposta ecoa a opinião do primeiro-ministro norueguês Jens Stoltenberg, que, mesmo em um momento de intensa crise em seu país, argumenta que a circulação de pensamentos é livre, desde que não haja a tentativa de “implementar essas ideias com violência”.

“A única forma de esclarecer é permitir que essas ideias apareçam, que a intolerância apareça”, acrescentou Schwarcz, elogiando a coragem do primeiro-ministro norueguês. “A política de esclarecimento é contrária à proibição. Bem claro que sobre a violência que foi aplicada, não há tolerância que dê conta. Estamos falando da expressão de ideias que nós consideramos execráveis. A diferença é exatamente isso.”

A antropóloga também ressaltou o fato de o Brasil ser um exemplo da miscigenação, lembrando que é uma leitura freyreana, “que faz o igual ser igual à igualdade”, exemplificando que “inclusão cultural e a mestiçagem biológica não são sinônimos de igualdade”.

“Gilberto Freyre teve papel fundamental na divulgação dessas ideias, mas ele fez parte de uma geração, o que as pessoas esquecem em geral”, explicou. “Ele só pôde fazer isso porque desde o século XVI a representação do Brasil é de um país mestiço. A diferença é que a representação varia do positivo ao negativo. As primeiras descrições do Brasil dos viajantes seiscentistas eram do país da grande fauna e da mistura de raças. Claro que alguns viam isso com descrédito. Mas se você pegar Montaigne, em ‘Dos canibais’, é evidentemente positiva à gente do Brasil. Essa mesma noção é a de Rousseau, do bom selvagem. Que está lá no movimento romântico. Os indigenistas do século XIX falavam em uma mistura entre os nobres da terra e os nobres portugueses.” Ela continua:

“O primeiro vencedor do concurso do IHGB, que perguntava como escrever a história do Brasil, é Von Martius, cuja tese falava que o Brasil era composto de três grandes rios: o rio branco, mais caudaloso; o indígena, menor; e o negro, ainda menor. Para você ver, a primeira tese em que se escreve a história do Brasil, já foi feita com esse modelo”, explica a professora, para quem “não existira Gilberto Freyre sem existir outros”.

Mesmo que o Brasil seja visto até hoje como o país da mestiçagem, principalmente externamente, há também movimentos preconceituosos e que prezam por uma suposta pureza no Brasil, contrários a nordestinos por exemplo. A professora lembra que, se o Brasil não vivenciou o ódio racial escrito em lei, ou que provocou chacinas, a experiência da escravidão nos deixou marcas até hoje.

“Lidamos com a escravidão de maneira silenciosa. Um exemplo é o nosso hino da República, feito, portanto, um ano e meio após a abolição da escravidão que dizia: ‘nós nem cremos que outrora escravos tenha havido em tão nobre país’. Outrora era um ano e meio”, ressalta ela. “Estamos numa época em que há vários marcadores sociais da diferença. Toda a sociedade carrega os seus marcadores, classe, etnia, região, idade. Raças vêm aparecendo mais. É impressionante que quanto mais a gente destrói o conceito biologicamente, mais ele vai sendo recriado. Cria-se novos eixos, novos olhos, novas representações. É impressionante.”


sábado, 6 de agosto de 2011

1º ENIPAN - Encontro Internacional Panafricano

A Bahia sediará no mês de agosto o renascimento do panafricanismo, que pretende ser o maior da história do Brasil.

No próximo mês de agosto, de 13 a 17, a Bahia sediará nas cidades de São Francisco do Conde e Salvador o considerado maior evento panafricanista da era moderna, que teve lançamento em Paris, no final de abril. Na capital da Bahia, o I Encontro Internacional Panafricano, acontecerá no Centro Cultural da Câmera de Salvador, com a participação de autoridades e intelectuais de renome internacional, conforme programação. O evento é parte do projeto Ano Mundial do Renascimento Panafricano, cujo ápice se dará em 2013, em um país da Europa.


Há dois anos este projeto vem sendo construído por com um comitê de iniciativas, composto por intelectuais panafricanos de várias nacionalidades.


O acontecimento tem o protagonismo da Associação França – Bahia, em parceria com o África900 –Centro de Referência Política, entidades do movimento social organizado, com foco nas questões raciais e no novo processo de desenvolvimento integrado e sustentável. Salvador e São Francisco do Conde foram escolhidas como cidades-sedes, não só pelo seu perfil étnico e cultural afrodescendente, como pelo significado histórico e político marcantes, nas lutas pela Independência do Brasil, sendo que São Francisco ainda contabiliza particularidades econômicas impactantes, tanto no Brasil Colônia, na era do ciclo do açúcar, como no Brasil República, em que se sobressai na produção do petróleo. A cidade foi também destaque em anos recentes, na primeira eleição do Presidente Lula, apresentando pela primeira vez a maior votação proporcional a um candidato à Presidência da República, em torno de 98%.

Outra referência de destaque da cidade é o fato de ser gerida por uma mulher negra, que desenvolve um projeto de resgate dos valores étnicos do município, para ser a irmã de Salvador na qualificação de uma “Roma Negra”. Com tantas referências civilizatórias conhecidas no mundo inteiro, estes municípios só poderiam ganhar a condição de sedes brasileiras do primeiro encontro internacional panafricanista, celebrando o renascimento africano, rumo ao desenvolvimento moderno. E assim pretende-se construir uma ponte importante para a Bahia de todos Nós em seu processo de articulação continuada com toda sua população.

CONSTRUÇÃO CIVILIZATÓRIA PARA O DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO

Essa iniciativa pretende provocar um despertar coletivo, da consciência critica que permita uma verdadeira revolução conceitual, tanto local, estadual, como nacional e internacional, valorizando as contribuições africanas para a civilização mundial, por meio de um conjunto de realizações em toda a diáspora para a humanidade.

Estas experiências, materiais e imateriais, vêm sendo derramadas de forma generosa e contributiva no universo terrestre, desde as mais remotas formas de civilizações da antiguidade, até os tempos modernos. Estas contribuições estão enraizadas, em todas as áreas no ramo das artes, ciência, cinema, literatura, política, tecnologias, saúde, gastronomia, economia, ecologia e religião, entre outras, com o objetivo de vencer o isolamento geográfico e ou lingüístico para atingir uma dimensão que perpasse o velho e arcaico conceito de superioridade entre as raças e, ao mesmo tempo, traçar uma estratégia de disseminação desta informação, que se apresente didática, popular e provocadora de um novo processo de desenvolvimento econômico integrado e sustentável. Cogita-se muitos negócios para serem empreendidos nesta nova construção civilizatória, assunto que está na pauta da conferência do I Enipan.


No intuito de lançar as primeiras bases desse evento mundial, convidamos toda a sociedade para participar e se apropriar deste tema, que trará para a Bahia, e para o Brasil, excelentes oportunidades de negócios, assim como se transformará em um convite oportuno na preparação de uma parte significativa da população brasileira, a participar definitivamente dos benefícios e partilha das riquezas reais, materiais e cientificas deste que, certamente, é o nosso grande país. Fomos nós, os afrodescendentes, que ajudamos com muito trabalho (físico e mental), sacrifício, sangue, suor, e lágrimas amargas, capazes de formar um inestimável patrimônio, construindo riquezas, e dando contribuição intelectual e cientifica, sem precedentes na historia da construção de um próspero e rico Pais.


1ª ENIPAN – ENCONTRO INTERNACIONAL PANAFRICANO


Serviço: 1º ENIPAN – Encontro Internacional Panafricano
Quando: de 13 a 17 de Agosto 2011 – Bahia – Brasil
Onde: São Francisco do Conde – Recôncavo Baiano (Câmara de Vereadores de SFC – Orla Marítima do Município – Abertura dia 13 de Agosto – Sábado, as 19:00h), em Salvador (Centro Cultural da Câmara, Praça Municipal s/n – Conferencia dia 17 de Agosto – quarta-feira, das 8 às 12 horas, e das 14 às 19 horas).

Informações: Telefones (55-71)8709-0312 // (55-71)9175-0442 /// (55-71)-3651-8619 – E-mail: aseydou@bol.com.br / 1enipan@hotmail.com.br

Fonte: Recebido por e-mail.


Valmir Assunção apresenta projeto que beneficia Movimento Estudantil

O deputado Valmir Assunção (PT-BA) apresentou, na Câmara o projeto de lei (PL nº 1814/11) que dá estabilidade de vínculo acadêmico aos dirigentes estudantis na sua respectiva instituição de ensino. O projeto foi protocolado, simbolicamente, no dia 12 de julho, véspera do 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes, ocorrido mês passado, em Goiânia.

Para Valmir, um dos maiores desafios dos estudantes brasileiros sempre foi o de conciliar as suas atividades de livre manifestação e organização - direito já assegurado na Constituição Federal - com sua condição de estudante. "O movimento estudantil brasileiro sempre foi o propulsor de importantes transformações em nossa sociedade. A garantia da estabilidade de vínculo dos estudantes com suas instituições têm a ver com a capacidade do Brasil em assegurar que este segmento continuará dando importantes contribuições para o nosso país", explicou o deputado.

O projeto foi protocolado e está em processo de distribuição para as comissões permanentes onde se travará os primeiros debates acerca do tema.


PROJETO DE LEI No 1814/2011, DE 2011

(Do Sr. VALMIR ASSUNÇÃO)

Dá estabilidade de vínculo acadêmico aos dirigentes estudantis na sua respectiva instituição de ensino e dá outras providências.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º É estável o vínculo acadêmico dos dirigentes estudantis, em exercício de mandato nas entidades previstas na Lei nº 7.395, de 31 de outubro de 1985.

Art. 2º São vedadas:

I – a atribuição de faltas injustificadas às atividades escolares a dirigentes estudantis no curso do mandato, em decorrência do exercício de suas atividades de direção de entidade estudantil;

II – a aplicação de penalidades referentes a atos praticados no regular exercício do mandato de dirigente estudantil, que acarretem seu desligamento da instituição;

III – a criação de quaisquer entraves para:

a) o regular acompanhamento de atividades acadêmicas, garantida a possibilidade de provas e avaliações em datas alternativas quando coincidirem com as datas de assembleias, congressos ou reuniões das entidades referidas nos arts. 1º a 3º da Lei nº 7.395, de 31 de outubro de 1985;

b) a livre divulgação das atividades das entidades estudantis e convocação dos estudantes para suas reuniões.

Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

O movimento estudantil brasileiro tem sido muito importante ao longo da história de nosso país.

Neste sentido, o Estado brasileiro precisa dar garantias para que estudantes legitimamente eleitos para ocuparem cargos nas direções de entidades representativas de seu segmento, entidades estas estabelecidas na Le nº 7.395/85, tenham estabilidade de vínculo acadêmico com sua escola, faculdade ou universidades e não sofram, em decorrência de sua atividade, quaisquer penalidades que acarretem no seu desligamento da referida instituição.

A garantia do livre exercício de dirigentes já se incorporou à legislação brasileira, sendo o caso mais expressivo o dos membros das CIPAs – Comissões Internas de Prevenção de acidentes de Trabalho.

Também na legislação educacional o princípio foi abraçado e transformado em norma, por exemplo, na Lei do Fundeb (Lei nº 11.494/07), que prevê em relação aos conselheiros estudantes:

“Art. 24…………..

…………………………

§ 8º A atuação dos membros dos conselhos dos Fundos:

…………………………………………………………………………………

V – veda, quando os conselheiros forem representantes de estudantes em atividades do conselho, no curso do mandato, atribuição de falta injustificada nas atividades escolares.”

O direito à organização das entidades representativas dos estudantes, assegurado pela Lei nº7395/85 estende-se obviamente a suas atividades cotidianas, que envolvem a livre atuação dos dirigentes.

Assim, peço o apoio dos nobres pares para a aprovação desta proposição.

Sala das Sessões, em 12 de julho de 2011.

Deputado VALMIR ASSUNÇÃO

Fonte: Recebido por e-mail.

Direitos Humanos fará audiência sobre preconceito e racismo

Agência Câmara de Notícias

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias vai realizar audiência pública, em data a ser definida, para discutir o tema “Preconceito, Intolerância e Racismo”. Na ocasião também será discutido o racismo e o preconceito que os ciganos e judeus sofrem e a intolerância que se abate sobre esses grupos.

A deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), autora do pedido, explica que o programa Conexão Repórter exibido pelo SBT, no dia 1º de junho de 2011, abordou o tema Preconceito, Intolerância e Racismo, que se desenvolveu através de minuciosa investigação do racismo no Brasil.

“As imagens transmitidas demonstram o quanto o Brasil, um País de natureza multicultural, ainda está longe de alcançar um patamar livre do preconceito e intolerância racial.” Pietá acrescentou que “é lamentável ainda existir neste País o racismo, cuja pratica tornou-se crime desde a promulgação da Constituição de 1988”, lembrou.

“Temos de procurar meios de colocar em prática, de forma mais incisiva e rigorosa, o que dispõe o Estatuto da Igualdade Racial destinado a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades”, disse.

Deve ser convidado para participar do debate o jornalista e apresentador do programa, Roberto Cabrini.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Fique ligado na Programação Azoany!!!


Videoconferência SEPPIR: Participação das Mulheres nas Conferências Nacionais (Parte IV)











Videoconferência SEPPIR: Participação das Mulheres nas Conferências Nacionais (Parte III)










Videoconferência SEPPIR: Participação das Mulheres nas Conferências Nacionais (Parte II)










Videoconferência SEPPIR: Participação das Mulheres nas Conferências Nacionais (Parte I)